sábado, 18 de abril de 2009

New Order - Bizarre Love Triangle




“Every time I see you falling
I get down on my knees and pray
I'M WAITING FOR THAT FINAL MOMENT
YOU'LL SAY THE WORDS THAT I CAN'T SAY”

“WHY CAN'T WE BE OURSELVES LIKE WE WERE YESTERDAY
I'm not sure what this could mean
I don't think you're what you seem
I DO ADMIT TO MYSELF
THAT IF I HURT SOMEONE ELSE
THEN I'LL NEVER SEE JUST WHAT WE'RE MEANT TO BE”


Minha vida amorosa sempre foi complexa, na maioria das vezes inexistente, mas nada se compara ao que acontece neste último mês.
Resumindo, estou em uma amizade, cada dia mais profunda, com dois rapazes.
Ambos são gays. (Ou bi, pelo o que se revela nas últimas semanas).
Os três se decepcionaram com amores anteriores
Ambos me adoram e demonstram grande carinho por mim.
Eu adoro ambos, e deve transparecer em meus atos o carinho que tenho por eles.

Não nego que estou passando por momentos sensacionais, mas o medo de que essa história se desenrole em outras formas e alguém acabe com coração ferido me faz ter cautela.
Mas a cautela não me impede de imaginar, um final feliz para o meu bizarro triangulo amoroso!

Essa semana, cantarolei essa música todos os dias, tentando entender a confusão em que me meti!


Letra & vídeo!
Bônus: Vídeo da versão melosa do Frente!


Razorblade Kisses

segunda-feira, 13 de abril de 2009

I Was Made For Loving You - KISS

Olá!

Recebemos essa história por e-mail e como foi muuuuito bem escrita e todas nós adoramos KISS mas não tivemos uma representante no show, resolvemos postar.

Moreloca, muito obrigada por nos confiar sua história!!!

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I Was Made For Loving You - KISS

“I was made for loving you baby
You were made for loving me

And I can’t get enough of you baby

Can you get enough of me”



Olá Meninas!

Conforme promessa, envio a vocês, minha historinha sobre I was made for loving you da “banda mais quente do mundo: KISS!!!!!!!!!!!!”

Era 16h e meu coração já pulava pela boca. No ônibus, o camarada que era responsável pela excursão, chamava nome a nome para controle da galera.

Ao som dos clássicos do KISS (novidade!) conheci uma figura bacanérrima que me fez companhia ao longo da viagem mais demorada da minha vida (ansiosa?! Imagina...)

Já na quadra do Anhembi, a sensação era fantástica! Até passou por mim a Sabrina Satto com as paniquetes... era fato de que iria gravar algo para o ‘Pânico na TV”.

Enfrentando o calor (graças a São Pedro) que fazia naquela noite, cruzei os dois “paredões” da segurança local e lá estava eu... na Arena Skol – Anhembi.

Às 20h subiu ao palco a banda Dr. Sin, já conhecida no cenário rock and roll nacional, colocando a galera às alturas tocando seu mais famoso hit “Futebol, mulher e rock and roll”.

Finalmente, por volta de 21h35, estende-se uma bandeira enormeeeeeee do KISS no palco e a galera enlouqueceu aos primeiros acordes de “Deuce”.

Era inacreditável eu estar ali após uma espera de dez anos.

Ao som de “Strutter”, segunda música do show, pulava me sentindo pipoca. Minhas pernas e pés já não sentiam mais as dores causadas pelo tamanho do salto das minhas botas (fui bem poser, mas não me pintei).

Depois vieram “Got to Choose” e “Hotter Than Hell”, nas quais me mantive mais calminha (rs).

Na altura de “Nothin’ to Lose” e outras que seguiram posteriormente (“C’mon and Love Me”, “Parasite”, “She”, “Watchin You” e “100.000 Years), me certifiquei de que as músicas realmente seguiriam a fase dos 70’s mesmo (ainda com máscaras). Com muita sinceridade, eu não conhecia 50% dessas músicas.

Ainda embasado no primeiro disco ao vivo, intitulado “Kiss Alive!”, os fãs seguiam cantando fervorosamente os hits “Cold Gin” e “Let Me Go, Rock ‘n Roll” (pros fãs antigos, de carteirinha) até finalmente tocar uma baladinha (adoro!): “Black Diamond” (momento tudo de bom!).

No decorrer desses clássicos, Eric Singer e Tommy Thayer, realizaram dois belíssimos solos (separados, lógico) de bateria e guitarra respectivamente, que só acrescentou emoção a galera. Eu particularmente, apesar de ter achado um bom trabalho, julguei cansativo.

Simmons (que já havia cuspido fogo) continua com a simpatia de sempre, porém, neutro. Já Paul, com os dizeres “We love you” e “I fell good” que seguiram repetitivamente, deu até uma impressão meio “fake” (não precisava exagerar, né Paul?! rs).

Detalhe: Paul Stanley continua exibindo seu corpinho, principalmente de costas (ai que bundinha!). Apesar de meio “cheinho” percebido por meio do colete aberto (ui, que peito cabeludo!), o “meninão” ainda continua em forma.

Por volta das 23h, a primeira parte do show é encerrada com uma chuva de bilhões de papeizinhos ao som de “Rock and Roll All Nite”. Não preciso nem dizer que a arena inteira cantava aos berros e aclamava por mais.

Seguindo a promessa de cantar um BIS somente de clássicos (juro que não ouvi a tal da promessa), a banda sobe novamente ao palco com uma bandeira grande do Brasil, agradecendo o “Kiss Army” – Exército do Kiss - paulistano.

Já conformada de que não iria tocar mesmo “Forever” (que eu amo), fui de cabeça em “Shout it Out Loud” que abriu a fase dos 80’s. Cai a máscara (no álbum) e vem “Lick it Up”, música que teve um pouco de polêmica na época, devido seu álbum. As “criaturas da noite” seguem com “I Love it Loud”, cantada em coro. Como diz a Glória Maria: “É muita emoção!”.

Aproveitando esse momento para exibir efeitos especiais da produção, que não deve ter sido barata, Gene Simmons cuspiu sangue falso (conforme o esperado) e levitou (suspenso por cabos) sob o palco.

Momento fofo do show: começa uns acordes rápidos e o famoso “Do, do, do, do, do, do, do, do, do”, era “I Was Made for Loving You” que eu adoooooooro. Lembrei-me de tudo... dos meus amores, dos meus desafetos, dos meus sucessos e fracassos. Era incrível a galera cantando bem alto, uma vez que na época em que foi lançada, sofreu uma série de preconceitos pelo “Kiss Army” por ser uma “baladinha”. Mal sabiam que futuramente viria “Forever”…

Chega um dos momentos mais esperados: Ao som de “Love Gun”, Paul atravessa de um palco pro outro como se estivesse voando, suportado por cabos, em uma linha reta, como se fosse uma tirolesa. Foi fantástico!!! Stanley, iluminado pelas centenas de flashes dos fotógrafos instantâneos da noite, terminava a música voltando ao palco de origem.

Pirofagias e malabarismos a parte, o KISS encerra seu espetáculo com “Detroit Rock City” que praticamente colocou o Anhembi no chão. Estouram-se fogos coloridos no céu da bela Sampa e a banda se despede.

Ao som de “God Gave Rock ‘n Roll To You” (ambiente), fui embora com uma confusão de sentimentos inexplicáveis para o momento. Felicidade, insatisfação, raiva, satisfação, frustração e emoção, além da pergunta que não queria calar: Será que ainda terei a oportunidade de vê-los novamente?

Apesar de prós e contras só tenho a dizer que VALEU A PENA!

Chegamos esgotados. O próximo passo era... “dormir, pro dia nascer feliz...”.

Clique para conhecer a Letra

Clique para conhecer o Clipe (que apesar de brega e do Paul estar meio “bicha”, eu adooooro).

Beijos.

Moreloca

segunda-feira, 6 de abril de 2009

One - U2

Did I disappoint you
Or leave a bad taste in your mouth?
You act like you never had love
And you want me to go without

Essa é uma das minhas músicas preferidas, por mais que outras músicas mais novas se tornem minhas favoritas também, One será sempre muito especial.

Com ela foi amor a primeira vista, adorei logo de cara, letra linda, melodia linda e para completar, só a voz do Bono (confesso que tenho uma quedinha pelo Bono... a voz dele é simplesmente irresistível)

You ask me to enter
But then you make me crawl
And I can't be holding on
To what you got
When all you got is hurt

Não que eu a ouça todos os dias... muito pelo contrário.... fico meses sem ouvir e de repente estou em algum lugar e começa a tocar One... eu penso... nossa, eu adoro essa música!!! E às vezes quando estou em casa, me dá uma vontade de ouvi-la, não tem hora, não importa se estou triste ou alegre. One é uma música que me faz cantar para espantar a tristeza ou para me alegrar mais ainda (a música não é tão feliz assim... eu sei, mas eu sou assim).


Para ver a letra clique aqui
Para ver o clip clique aqui

quarta-feira, 1 de abril de 2009

C'mere - Interpol

"And so may, we make time
Try to find somebody else

This place is mine."



Eu tenho um problema com músicas fofas... eu me derreto facilmente! Quando ela é fofa e feliz é pior ainda, eu me derreto facilmente e ainda pulo que nem uma louca me imaginando em um show. Agora quando ela é fofa, feliz e eu realmente posso ir em um show da banda... ahhhhhhhhhhhhhh!

Bom, foi assim com a C’mere! Na verdade, foi assim com o Interpol, que que desde a primeira vez que eu ouvi eu pensei “eu PRECISO ir em um show dessa banda” e eu fui, e foi simplesmente... bem, foi um dos momentos mais mágicos da minha vida!

Voltando para a C’mere, taí uma musiquinha perfeita!

Eu duvido que alguma pessoa no mundo consiga ouvir essa música sem pelo menos balançar um pouco a cabeça ! Tudo bem, a letra dela não é das mais felizes do mundo, mas quem pensa em um contexto quando se ouve o Sr Paul Banks bonitinho cantando:

“Oh, how I love you in the evenings

When we are sleeping

We are sleeping.
Oh, we are sleeping “


A música é linda, e altamente recomendada para quem está triste (tudo bem que minha concepção de música triste e feliz é meio fora do normal).

Para ouvir a música na linda voz do sr Banks no clip oficial clique aqui (gente, a banda não é britânica, é americana, eu juro!), para ver ela tocando ao vivo aqui no Brasil, clique aqui (não sou chique como minhas colegas, portanto minha voz não está no meio da gritaria toda).
Para ler a letra fofa, fofa e fofa clique aqui!


Fato curioso: Um dia passei sem querer algumas músicas do Interpol para o Ipod do meu pai, agora muitas vezes chego na minha casa e o sr. papai Keenan está dançando C'mere no meio da sala, é... meu pai /inri cristo mode on.